| Unidade
de Emergência do Complexo do Alemão (2007)
Desde outubro de 2007, MSF implantou uma
Unidade de Emergência na comunidade da Fazendinha, no centro
do Complexo do Alemão, Rio de Janeiro.
Além de atendimento de emergência, são oferecidos
cuidados de saúde mental, transferências para hospitais
e orientação sobre a rede pública de saúde
do município.
O principal objetivo da Unidade de Emergência de MSF é
reduzir o tempo entre trauma e atendimento médico.
Oficinas de Capacitação em Gestão de Risco
(2006)
Em maio de 2006, MSF inicia, em parceira
com a prefeitura do Rio de Janeiro, Oficinas de Capacitação
em Gestão de Risco para equipes do Programa de Saúde
da Família, que atuam em áreas de vulnerabilidade
social na cidade.
Até agora, mais de 700 médicos, enfermeiros e agentes
comunitários de saúde receberam treinamento de profissionais
de MSF, com recomendações sobre como agir diante das
situações de violência nas áreas onde
trabalham. A tarefa dos participantes é não só
ouvir e trocar experiências, mas também apresentar
propostas para a elaboração de um guia de segurança.
Centro de Atenção Integral à Saúde de
Marcílio Dias (2003-2005)
Em 2003, MSF implantou um Centro de Saúde
na comunidade de Marcílio Dias, localizada no Complexo da
Maré, Rio de Janeiro, e, ao longo de quase três anos,
ofereceu cuidados de saúde e psicossocial aos moradores desta
comunidade.
Em 2005, o Centro de Saúde de Marcílio Dias passou
a ser gerido pela ONG Movimento de Gestão Comunitária
(MOGEC), com verbas da Secretaria Municipal de Saúde.
Projeto Meio-fio
(2000-2004)
Em 2000, MSF inicia o projeto Meio-fio, para oferecer assistência
médica, social e psicológica a moradores de rua do centro do Rio
de Janeiro e estimular a organização destas pessoas.
O projeto Meio-fio, que contava com uma equipe multidisciplinar
- formada por médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais
e educadores - identificava nas ruas as necessidades desta população
para encaminhá-la aos serviços públicos existentes. O projeto Meio-fio
também desenvolveu atividades no sentido de reduzir o preconceito
tanto da sociedade quanto dos profissionais públicos de saúde em
relação a esta parcela da população.
Vale do Jequitinhonha (2002)
Em 2002, MSF intervém, em caráter emergencial,
no Vale do Jequitinhonha, após a maior enchente dos últimos
anos na região. Nas cidades de Rubim e Jacinto, MSF prestou
cuidados de saúde e atendimento psicológico à
população desabrigada, além de ter-lhes distribuído
390 kits de higiene.
Barra Mansa
e Resende (2000)
Em 2000, após enchentes nas cidades de Barra Mansa
e Resende, no interior do Rio de Janeiro, Médicos Sem Fronteiras
(MSF) foi solicitada pela Secretaria de Estado de Ação
Social para estudar o que a organização poderia fazer
para apoiar o trabalho de assistência à população
desabrigada. MSF visitou a população e os locais atingidos
pelas inundações e criou uma proposta de trabalho
para levar conhecimentos técnicos e organizacionais específicos
para enfrentar situações de emergência.
Médicos
Solidários (1998-2001)
MSF constitui uma rede de médicos voluntários
que se preocupam com a questão da exclusão social
e oferecem atendimento gratuito à população
excluída. O trabalho é feito através de uma
central de atendimento, que encaminha os pacientes aos médicos
cadastrados. Há também um acompanhamento das instituições
beneficiadas.
Em 2001, ocorre a fundação da ONG Médicos Solidários.
Unidade Municipal de Assistência Médica Primária
de Costa Barros (1998-2001)
MSF inicia trabalho conjunto com a Prefeitura do Rio de
Janeiro para revitalizar a Unidade Municipal de Assistência
Médica Primária (UMAMP) de Costa Barros, referência
do Programa de Saúde da Família de Portus. O projeto
engloba atendimento básico de saúde à população
local, programas direcionados a adultos, mulheres, crianças
e adolescentes.
Em 2001, este projeto foi repassado para a ONG Campo.
Núcleo
Comunitário, Social e de Saúde de Portus (1998-2001)
Em 1998, MSF cria o Núcleo Comunitário, Social e
de Saúde na comunidade de Portus, onde passa a desenvolver
o Programa de Saúde da Família, com atividades de
saúde preventiva, atendimento básico de saúde,
assistência social, programas direcionados a adolescentes,
gestantes e idosos e referência para o sistema público
de saúde.
Em 2001, este projeto é repassado para a ONG Campo.
I e II
Projetos de Capacitação de Gestores Comunitários
(1997-2001)
Os I e II Projetos de Capacitação de Gestores Comunitários
(CGC I e II) contaram com a participação de 54 alunos
de 13 comunidades do Rio de Janeiro. A partir do curso, foram formadas
6 organizações comunitárias, que passaram a
desenvolver projetos beneficiando moradores das suas comunidades.
Programa Local
de Prevenção a DST/Aids (1996-2001)
Em 1996, MSF cria o Programa Local de Prevenção a
DST/Aids, através da implantação de bancos
de preservativos e atividades educativas de prevenção
em comunidades carentes do Rio, em parceria com associações
de moradores.
Em 2001, há o repasse deste projeto para a Coordenação
Municipal de DST/Aids e a criação do Fórum
Comunitário de Prevenção.
Dentemania
(1998-1999)
Desenvolvimento do jogo de saúde bucal Dentemania. Trabalho
realizado com crianças de rua e de comunidades carentes,
para ensinar, de maneira lúdica, como manter a higiene bucal.
O jogo foi também distribuído gratuitamente a escolas
municipais de ensino fundamental.
Vigário
Geral (1995-1998)
Em 1995, MSF instala um Posto de Saúde para atendimento
básico de saúde no Parque Proletário de Vigário
Geral.
Em 1997, inicia-se a capacitação de pessoas da comunidade
para gestão de projetos e para a formação de
uma ONG comunitária, o Movimento de Gestão Comunitária
(MOGEC). Em 1998, o MOGEC passou a gerir o Posto de Saúde,
com verbas da Secretaria Municipal de Saúde.
Amazônia (1991-2002)
Em 1991, Médicos Sem Fronteiras inicia sua primeira
intervenção no Brasil no combate a uma epidemia de
cólera na Amazônia, em parceria com o Ministério
da Saúde. Depois que a epidemia foi controlada, MSF passou
a desenvolver um trabalho de saúde preventiva com tribos
indígenas, impulsionada pelo alto índice de mortalidade
e morbidade provocadas principalmente pela malária. Este
trabalho se encerrou em 2002, quando foi repassado para Organizações
Não Governamentais Indígenas e Distritos Sanitários
Especiais Indígenas.
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