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Angola

Clínica de MSF no campo de refugiados Cacanda em Angola, próximo à fronteira com a República Democrática do Congo, em julho de 2017. (Foto: Bruno Fonseca)
Angola
Paises em que MSF atua

Em 2018, Médicos Sem Fronteiras (MSF) apoiou as autoridades de saúde angolanas para responder a surtos de malária e cólera e para melhorar o monitoramento, por parte do país, dessas e de outras doenças endêmicas.

Nossa equipe de emergência iniciou os trabalhos na província de Huambo em janeiro, a fim de auxiliar as autoridades de saúde na resposta a um surto de malária que afetou principalmente crianças, geralmente as mais vulneráveis à doença.

A equipe estava sediada no hospital provincial de Huambo, para onde os casos mais graves foram transferidos. Reabilitamos uma área não utilizada dentro das instalações para aumentar o número de leitos disponíveis de 65 para 150. Como as chuvas e o aumento das temperaturas exacerbaram o surto, estendemos nosso apoio a nove hospitais municipais durante a resposta, que durou até abril.

A equipe de emergência também respondeu ao surto de cólera em Uíge, reforçando a gestão de casos e os procedimentos de isolamento no centro de tratamento de cólera da cidade, bem como fortalecendo os sistemas de vigilância da comunidade para detecção precoce de casos. Adicionalmente, oferecemos treinamento e doamos material para ajudar a controlar o surto.

Ao mesmo tempo, trabalhamos com o Ministério da Saúde para  aprimorar  a coleta e a divulgação sistemáticas de dados
epidemiológicos. Uma análise epidemiológica de 10 anos foi produzida, considerando as 13 principais doenças endêmicas de Angola. Agora, o ministério usa os resultados para priorizar os alertas que gera para doenças específicas.

Deixamos Angola no fim do ano, mas continuaremos a monitorar a situação, preparados para responder em caso de novas emergências.
 

Pacientes de malária tratados
5.870

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