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Guiné-Bissau

Membro da equipe de MSF cuida de uma criança no projeto pediátrico inaugurado para ajudar a reduzir as taxas de mortalidade entre crianças com menos de 5 anos de idade na região de Bafatá, em novembro de 2014. (Foto: Ramón Pereiro/MSF)
Guiné-Bissau
Paises em que MSF já atuou

A Guiné-Bissau é um dos países mais pobres e menos desenvolvidos do mundo. O acesso aos cuidados de saúde é muito limitado por causa da falta de instalações, de recursos e de profissionais qualificados.

Médicos Sem Fronteiras (MSF) mantém um projeto na única instituição de saúde terciária do país, o hospital nacional Simão Mendes, na capital, Bissau, com foco na saúde infantil. Nossas equipes fazem a gestão de emergências pediátricas e alimentação terapêutica em pacientes internados, bem como oferecem cuidados intensivos pediátricos e neonatais.

Infecções respiratórias, malária, diarreia e meningite são as principais doenças que afetam crianças na Guiné-Bissau; para recém- nascidos, asfixia e sepse neonatal são as principais causas de morte. Estabelecemos um sistema de triagem em funcionamento na unidade de emergência pediátrica para garantir um tratamento mais rápido e eficiente. Trabalhamos em estreita colaboração com o Ministério da Saúde, para garantir que os protocolos e procedimentos de tratamento corretos sejam implementados, a fim de reduzir a mortalidade infantil. Trabalhamos agora para introduzir tratamentos mais técnicos ou sofisticados, que exigem uma equipe médica mais bem treinada e equipamentos mais especializados para tratar pacientes com problemas mais complexos e críticos.

Em abril, encerramos nosso projeto na região central de Bafatá, tendo reforçado com sucesso os serviços de saúde na área. Desde 2014, gerenciamos o programa de nutrição e serviços pediátricos para crianças com menos de 5 anos de idade no hospital regional, apoiamos centros de saúde em áreas rurais e treinamos agentes comunitários  de  saúde  para  diagnosticar e tratar malária, diarreia e infecções
respiratórias agudas. Criamos também um sistema de encaminhamento para pacientes que necessitem de tratamento hospitalar.





 

Consultas ambulatoriais
Pessoas admitidas no hospital
Pacientes de Malária tratados
17.400
3.300
1.140

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