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Eswatini

Profissionais de MSF e do Ministério da Saúde fazem a ronda no hospital nacional de tuberculose na região de Manzini, em Eswatini (Foto: Alexis Huguet)
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Paises em que MSF atua

Em Eswatini, apoiamos o Ministério da Saúde para conter a dupla epidemia de HIV e tuberculose (TB), que, embora dê sinais de estabilização, continua sendo uma das mais graves no mundo.

Atualmente, cerca de um terço da população adulta em Eswatini vive com HIV e muitos deles estão coinfetados com outras doenças, como a tuberculose. Médicos Sem Fronteiras (MSF) continua buscando maneiras de reduzir a incidência e a transmissão das doenças e de melhorar o atendimento aos pacientes.

Em 2019, focamos em garantir que atividades eficazes, inovadoras e sustentáveis de prevenção, diagnóstico e tratamento de HIV/TB estivessem disponíveis para pessoas vulneráveis na região de Shiselweni.

As primeiras iniciativas novas foram a introdução de clubes pós-natal para mães e seus bebês, bem como clubes para jovens e adolescentes, e a criação de postos de saúde em comunidades remotas. Também testamos a implementação do diagnóstico precoce da Infecção Aguda por HIV (IAH), primeiro estágio do HIV, que não é detectado em testes de rotina, para prevenir a propagação precoce da doença. Aproximadamente 4% dos pacientes que vieram para consultas ambulatoriais com sintomas sugestivos de infecção por HIV apresentaram IAH e iniciaram o tratamento para HIV.

Nossas equipes também aprimoraram a oferta de cuidados de saúde gerais e em nível comunitário; por exemplo, disponibilizamos a profilaxia pré-exposição mais facilmente para pessoas com alto risco de infecção por HIV e treinamos agentes comunitários de saúde e curandeiros tradicionais para distribuir kits de autoteste de HIV. Além disso, iniciamos os preparativos para integrar os cuidados de doenças não-transmissíveis (hipertensão e diabetes) em 10 clínicas gerais de saúde para HIV/TB one-stop (visita única).

Mantivemos as atividades para melhoria do diagnóstico e tratamento da TB resistente a medicamentos, incluindo a preparação para a implementação de regimes de tratamento oral de mais curta duração (9-12 meses). A busca de melhores opções de tratamento para pessoas com HIV avançado permaneceu o cerne do nosso trabalho.

Por fim, o programa de detecção do câncer do colo do útero e o laboratório de carga viral/TB foram repassados ao Ministério da Saúde.

Pacientes que receberam tratamento antirretroviral de primeira linha
Pacientes que começaram o tratamento para TB
Pacientes que receberam tratamento antirretroviral de segunda linha
6.900
260
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