Profissional de MSF testa positivo para a doença do Ebola e é evacuado por razões médicas

Médicos Sem Fronteiras segue rigoroso protocolo, em estreita coordenação com autoridades de saúde competentes

©Frederic Seguin/MSF
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Médicos Sem Fronteiras (MSF) confirma que um de seus profissionais, que vinha trabalhando na resposta à epidemia de Ebola na República Democrática do Congo (RDC), testou positivo para a doença causada pelo vírus Bundibugyo.  

Essa pessoa está sendo evacuada com segurança, seguindo um rigoroso protocolo médico, em estreita coordenação com as autoridades de saúde competentes na RDC e na Holanda, onde o paciente será recebido por um hospital designado.  

MSF não pode divulgar detalhes específicos sobre evacuações médicas individuais, a fim de respeitar a confidencialidade médica e proteger a privacidade de nosso colega. 

O custo humano dessa crise é sem precedentes na RDC, com comunidades enfrentando o maior surto de Ebola já registrado no país. 

Desde maio, foram registrados mais de 8 mil casos confirmados e 4 mil mortes, mas é provável que o número real seja ainda maior, devido a lacunas na vigilância e na detecção de casos. Os profissionais de saúde estão entre os que correm maior risco. Apesar de oferecer treinamento e os mais altos níveis possíveis de proteção à sua equipe, MSF reconhece que o perigo de exposição nunca pode ser completamente eliminado. 

MSF se solidariza com todos aqueles que trabalham na linha de frente da resposta ao Ebola. A coragem, a dedicação e a determinação dessas pessoas são essenciais para proteger as comunidades e salvar vidas. 

Atualmente, MSF está respondendo ao surto de Ebola nas províncias de Ituri, Kivu do Norte, Tshopo e Haut-Uélé.  

Continuamos comprometidos em trabalhar ao lado das autoridades de saúde congolesas e com as comunidades afetadas, buscando controlar o surto. 

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