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Médicos Sem Fronteiras atua para conter surto de Ebola em Uganda

14/06/2019
Três pessoas infectadas na República Democrática do Congo foram diagnosticadas no país vizinho

Uma equipe formada por profissionais médicos e de logística de Médicos Sem Fronteiras (MSF) está neste momento no distrito de Kasese, em Uganda, onde três casos de Ebola foram detectados desde a última terça-feira, 11 de junho. Os três infectados pertencem a uma mesma família que entrou no país pela República Democrática do Congo (RDC).

Infelizmente, dois doentes morreram, e o terceiro caso e mais dois membros da família que também apresentavam sintomas consistentes com o Ebola foram repatriados para a RDC.

A RDC vive atualmente uma grave epidemia de Ebola. Declarada em agosto do ano passado, a epidemia já é a maior registrada no país e a segunda maior da história, com mais de 2.000 casos confirmados.

A equipe de MSF está dando apoio às autoridades de saúde de Uganda para prestar assistência a pessoas que tiveram contato com pacientes confirmados de Ebola e que apresentam sintomas compatíveis com a doença. Para estas pessoas é necessário realizar um monitoramento rigoroso enquanto se aguarda pela confirmação ou não de que também estejam contaminados.

MSF também se mantém preparado para cuidar da eventual gestão de novos casos, em uma unidade de tratamento de Ebola de oito leitos que a organização ajudou a estruturar no hospital de Bwera (Uganda) em agosto de 2018, e onde atualmente estão hospitalizados quatro pacientes suspeitos. MSF também colaborou com treinamentos de funcionários do Ministério da Saúde para lidar com casos de febre hemorrágica, incluída a resposta a um surto de febre de Malburg ocorrido em Uganda entre outubro e dezembro de 2017.

Finalmente, MSF vai colaborar com o Ministério da Saúde para melhorar as condições de higiene e aprimorar as medidas de controle de infecção nos hospitais de Kagando e Bwera, onde os casos confirmados de Ebola foram inicialmente admitidos. A organização está disponível para prestar cuidados médicos não relacionados ao Ebola nestas instalações, caso haja necessidade.

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