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Síria | Assistência para famílias deslocadas

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Síria 09/05/2019

Síria | Assistência para famílias deslocadas

Para muitos deslocados internos que hoje vivem na província de Idlib, na Síria, nossas equipes são a única fonte de cuidados. Assista a algumas das atividades que levamos para as populações de campos superlotados e em condições precárias na região:

  • 26/03/2019

    Era uma vez uma jornada com muitos desafios, obstáculos e batalhas a vencer. Mas no final dessa história tudo valeu a pena e foi possível graças a pessoas como você, que doam para Médicos Sem Fronteiras e apoiam nosso trabalho.

  • 26/03/2019

    Comercial "Expatriado" de Médicos Sem Fronteiras, versão 2019.

  • A tuberculose mata uma pessoa a cada 18 segundos e está envolta em muito estigma. O cuidado humanizado dos pacientes é fundamental para que se sintam apoiados e deem continuidade ao tratamento.
  • Com o sistema de saúde do Iêmen colapsado, doenças normalmente evitáveis, como o sarampo, estão surgindo novamente no país.
     

  • Saiba como estamos respondendo às inundações catastróficas causadas pelo ciclone Idai, que afetou Malaui, Moçambique e Zimbábue.
  • Há 50 anos o vírus causador da febre de Lassa era descoberto na aldeia de Lassa, na Nigéria. A doença é um tipo de febre hemorrágica viral como o Ebola, endêmica nos países da África Ocidental, como Nigéria, Serra Leoa, Guiné, Libéria e Benin.
  • No Dia Internacional da Mulher, abordamos uma das cinco maiores causas de mortalidade materna no mundo. Você sabe qual é ela?

  • A psiquiatra brasileira Patricia Schmid integrou nossa equipe de saúde mental que atendeu homens, mulheres e crianças mantidos na ilha de Nauru, como resultado da política migratória da Austrália.

  • O sistema de saúde da Libéria sofre até hoje o impacto de duas guerras civis e uma grave epidemia de Ebola. As crianças sentem ainda mais essas consequências. É o que conta nossa pediatra Tanya Haj-Hassan, que atuou com MSF na capital do país, Monróvia.

  • Refugiados de Camarões continuam a atravessar a fronteira para a Nigéria à medida que a violência em seu país se deteriora. A resposta internacional em solo nigeriano ainda não é o suficiente para responder às necessidades médicas e humanitárias dos recém-chegados.
  • No Iêmen, mulheres grávidas estão entre as mais vulneráveis. Elas precisam percorrer longas e perigosas distâncias, muitas vezes já em trabalho de parto, para chegar a hospitais.

  • Nossas equipes em Cox's Bazar, Bangladesh, ultrapassaram a marca de 1 milhão de consultas médicas oferecidas a refugiados rohingyas desde agosto de 2017.

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