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Três situações em que crianças choram (e não necessariamente é ruim)

18/12/2019
Em alguns casos, ouvir o choro de uma criança pode ser sinal de que o atendimento está cumprindo o seu objetivo
Três situações em que crianças choram (e não necessariamente é ruim)

Foto: Dieter Telemans

Ouvir uma criança chorando costuma ser indício de que algo errado está acontecendo. Porém, a experiência nos projetos de Médicos Sem Fronteiras (MSF) mostra que, em algumas situações, o choro pode significar que a criança está saudável ou se recuperando.


1.    Quando um bebê nasce em nossas instalações
No momento do nascimento de um bebê, ouvir o choro nos deixa aliviados. Isso acontece porque os pulmões estão se abrindo e expulsando o líquido que estava dentro deles, trocando-o por oxigênio. Após o parto, é hora de continuarmos oferecermos os cuidados adequados para a mãe e o recém-nascido. Apenas em 2018, auxiliamos 309.500 partos, incluindo cesarianas.

2.    Quando uma criança desnutrida volta a chorar
Crianças com desnutrição grave não têm força sequer para chorar. Quando elas voltam a chorar depois de começarem o tratamento em um centro de alimentação terapêutica, sabemos que elas estão começando a se recuperar. Em 2018, admitimos 74.200 crianças com desnutrição grave em programas de nutrição.

3.    Em campanhas de vacinação
É claro que nós preferíamos que elas não se assustassem com a injeção, mas nessa situação nos reconforta lembrar que a vacina é a certeza de que elas estão seguras contra doenças potencialmente fatais, especialmente para crianças pequenas. Em 2018, vacinamos 1.479.800 pessoas em resposta a surtos de sarampo e 33.900 pessoas durante surtos de meningite.

 

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