“O que carrego comigo”: histórias de migrantes venezuelanos em Roraima

A série de depoimentos ilustra os desafios enfrentados por homens, mulheres e crianças que deixam seu local de origem em busca de um futuro melhor

Diariamente, cerca de 500 migrantes e solicitantes de asilo cruzam a fronteira entre a Venezuela e o Brasil, em Pacaraima, Roraima. Enquanto isso, o sistema de registro de migração está processando apenas 50 pessoas por dia. Devido aos recursos limitados, a maioria delas é forçada a viver nas ruas. Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), em novembro de 2021, 3.213 pessoas viviam sem abrigo em Pacaraima, o que representa cerca de 15% de sua população estimada de 20 mil habitantes. Outros 2.009 enfrentavam o mesmo problema em Boa Vista, capital de Roraima. 

Para muitas pessoas, migrar não faz parte de seu plano de vida. Às vezes, este é o último recurso para escapar da insegurança financeira, social e alimentar no seu local de origem. As jornadas são difíceis e muitos migrantes podem enfrentar fome e perigo ao tentar chegar a um local mais seguro e estável. Apesar do contexto difícil, ouvimos histórias de esperança e desejos de uma vida melhor. Conheça algumas delas: 

 

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