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5 mitos e verdades sobre doenças que MSF trata

16/12/2019
Teste seus conhecimentos sobre HIV, sarampo, Ebola, hepatite C e tuberculose
5 mitos e verdades sobre doenças que MSF trata

Foto: Pablo Garrigos/MSF

As equipes de Médicos Sem Fronteiras (MSF) oferecem tratamento para pessoas que sofrem de diferentes doenças, em mais de 70 países. Ainda hoje, circulam informações erradas ou desatualizadas sobre muitas das doenças que tratamos. Confira 5 mitos e verdades sobre algumas delas.

1. Aids e HIV são a mesma coisa

Mito. A Aids (síndrome da imunodeficiência adquirida) é o estágio em que a carga do vírus HIV no sangue não está controlada e a pessoa corre risco de desenvolver doenças oportunistas por estar com o seu sistema imunológico muito debilitado. Atualmente, uma pessoa que vive com o HIV (vírus da imunodeficiência humana) pode ter qualidade de vida e não desenvolver Aids. Basta receber o tratamento adequado e seguir corretamente as recomendações médicas.

2. A vacinação é a única forma de prevenir o sarampo

Verdade. A vacina contra o sarampo é a única maneira de prevenir a doença, que é especialmente letal para crianças pequenas. Não existe tratamento específico para o sarampo, só formas de aliviar e controlar os sintomas.

3. Em 2018, foi declarado o primeiro surto de Ebola na República Democrática do Congo

Mito. O primeiro surto do Ebola na História foi registrado simultaneamente no Sudão e na República Democrática do Congo (RDC), em 1976. Desde então, a RDC passou por outras nove epidemias da doença. Porém, o atual surto, que começou em agosto de 2018, é o mais mortal já vivido pelo país.

4. O HIV é a doença infecciosa que mais mata no mundo

Mito. A tuberculose é a doença infecciosa mais mortal do mundo. A cada ano, cerca de 1,7 milhão de pessoas morrem, enquanto outras 9,6 milhões sofrem com a doença, principalmente em países em desenvolvimento.

5. A única cura para a hepatite C é o transplante de fígado

Mito. O transplante era necessário em casos muito avançados da doença, mas hoje existem os medicamentos chamados agentes antivirais diretos (AAD), como o sofosbuvir. O tratamento agora é muito mais seguro e tem mostrado uma eficácia de cura em mais de 94% dos casos. Por isso, garantir o acesso a esse medicamento a um preço justo é tão importante para os pacientes.

 

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