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FAQ

  • O que vou receber caso me torne um Doador Sem Fronteiras (doador regular)?

    Ao se tornar um Doador Sem Fronteiras, você receberá:

    - Correspondência com uma carteirinha personalizada de MSF e um manual do Doador Sem Fronteiras;
    - Newsletter online mensal;
    - Revistas InformAção; e
    - Relatório anual com informação sobre os projetos realizados no ano por MSF.


     

  • Como posso fazer doações para MSF?

    É muito fácil tornar-se um Doador Sem Fronteiras: basta acessar a página de doações do nosso site, preencher o valor que deseja doar e selecionar a forma de pagamento que for mais conveniente para você. Assim, você se tornará um Doador Sem Fronteiras e, com sua contribuição mensal, irá nos ajudar a salvar vidas.

    As contribuições mensais são fundamentais para conseguirmos nos planejar para estarmos prontos para respondermos rapidamente a emergências em qualquer lugar do mundo.

    Caso queira fazer uma única doação, clique aqui. Toda ajuda é muito importante!

  • Médicos Sem Fronteiras aborda pessoas na rua para captar recursos?

    Temos uma equipe de captadores de recursos nas ruas das cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e de Belo Horizonte, fornecendo informações sobre o trabalho da organização e convidando as pessoas a se tornarem Doadores Sem Fronteiras. Eles estão uniformizados com um jaleco da organização e não recebem doações em dinheiro.

  • Médicos Sem Fronteiras aceita doações de empresas

    MSF aceita parcerias e doações de empresas que tenham afinidade com seus princípios e sejam socialmente responsáveis. Esse apoio é muito importante para que a organização continue salvando vidas pelo mundo. Para mais informações sobre como se tornar uma empresa colaboradora, visite https://www.msf.org.br/como-ajudar/doacao/doacoes-corporativas.

  • MSF aceita doações de materiais, remédios ou alimentos?

    Infelizmente, nós não aceitamos doações de materiais, remédios ou alimentos. MSF desenvolveu um sistema único de kits prontos, que seguem os padrões internacionais da organização e podem ser enviados aos diferentes países rapidamente. Esse sistema garante que nossos profissionais receberão todos os materiais necessários para o projeto no qual se encontram. Também é importante que as equipes já estejam familiarizadas com o equipamento que recebem no projeto.  Além disso, a compra de material, quando necessária, pode ser realizada diretamente nos países onde estão os projetos.

  • Quais as outras fontes de recursos de MSF, além das doações de pessoas físicas e jurídicas?

    Outras possíveis fontes de recursos são doações públicas, que tanto podem vir de governos como de instituições como a ONU. Limitamos a arrecadação desse tipo de doação a no máximo 10% do total, para, assim, mantermos nossa independência de interesses políticos e econômicos.

  • De onde vêm os recursos que mantêm as atividades de MSF?

    Cerca de 90% dos recursos de MSF vêm de doações privadas (pessoas físicas e jurídicas). Em todo o mundo, 6 milhões de pessoas contribuem para os projetos da organização em cerca de 70 países. Só no Brasil, temos cerca de 360 mil doadores. Isso garante nossa independência financeira e possibilita, por sua vez, a agilidade e a independência das nossas ações.

    Confira o relatório anual com informações sobre as nossas atividades durante o ano de 2015.

     

  • Gostaria de trabalhar no Brasil. Como fazer?

    No momento, não temos projetos de saúde no Brasil, mas mantemos um escritório baseado no Rio de Janeiro que realiza atividades de captação de recursos, recrutamento de profissionais, comunicação e apoio médico aos projetos de campo. Se tiver interesse em integrar nossa equipe, por favor, consulte regularmente o nosso site www.msf.org.br para se manter informado sobre a abertura de vagas.

  • MSF oferece suporte psicológico a seus profissionais?

    Sim. Durante a permanência do profissional em campo, há um acompanhamento feito por psicólogos, que pode ser pró-ativo ou sob demanda do próprio profissional. Depois da volta ao Brasil, há uma reunião, preferencialmente presencial, com um psicólogo do escritório de MSF-Brasil. O objetivo é oferecer um espaço para a reflexão confidencial acerca dos eventos, sentimentos e acontecimentos importantes relacionados com o trabalho feito em campo, afim de contribuir para o bem-estar dos profissionais que trabalham com a organização.

  • Quantos brasileiros foram enviados a projetos no exterior no último ano?

    De janeiro a dezembro de 2016, MSF-Brasil enviou 138 profissionais a projetos distribuídos por 40 países. Atualmente, cerca de 170 fazem parte do pool de profissionais de MSF-Brasil.

  • Como vocês fazem para garantir a segurança dos profissionais em locais em conflito?

    MSF avalia constantemente a situação de segurança de cada país e define regras rigorosas que devem ser respeitadas por todos, minimizando, assim, a exposição ao risco. Temos, também, a preocupação de divulgar, em todos os contextos onde estamos, que nosso trabalho é neutro, imparcial e independente e que, portanto, não favorecemos politicamente, por exemplo, determinado grupo social, nem transmitimos valores religiosos.

    Alguns exemplos de regras de segurança são: o toque de recolher a partir de um determinado horário; a obrigação de sempre andar com um rádio-comunicador ou celular ligado; informar sobre seus movimentos; não circular em zonas do país ou cidade previamente classificadas como inseguras; sempre andar acompanhado de um profissional local; sempre andar com uma identificação da organização (carros, casas e hospitais com bandeiras com nosso logotipo, camisetas, etc.); e ter um plano de evacuação, caso seja necessário.

    A segurança também é responsabilidade do profissional, que deverá seguir todas as regras estabelecidas para o projeto em que está trabalhando.

  • É possível tirar férias durante o período de trabalho em algum projeto de campo de MSF?

    Sim. A cada três meses de trabalho, o profissional deve ter uma semana de descanso, em geral, fora do país onde trabalha. Esse, inclusive, é o único gasto que terá durante sua permanência no projeto.

  • E se eu desistir no meio do projeto, posso voltar para casa?

    Claro que esse não é cenário ideal, mas, em alguns casos, por motivo de doença ou questões familiares, por exemplo, sempre é possível retornar para casa antes do final do contrato. MSF pode, também, decidir interromper o contrato de trabalho com algum profissional antes do tempo previsto, por avaliar que determinada pessoa não corresponde às expectativas. Pode ser, também, que, por razões de segurança, MSF decida evacuar uma equipe de determinada região ou país e, por isso, os profissionais precisem voltar ao país de origem antes do previsto.

  • Como vocês escolhem para que país cada pessoa vai?

    De acordo com as necessidades dos projetos e com a qualificação e perfil profissional e pessoal (por exemplo, conhecimento de línguas estrangeiras), além da disponibilidade de cada um. O profissional, portanto, não pode escolher para que país será enviado, embora possa não aceitar propostas recebidas.
     

     

  • Como é o processo de seleção?

    O processo de seleção consiste na avaliação inicial do currículo e da carta de motivação do candidado. Em seguida, a pessoa será contatada por telefone ou Skype para uma pré-entrevista. Se aprovada, será convidada a participar de um Dia de Recrutamento, no qual há entrevistas e exercícios individuais. A decisão sobre a seleção (ou não) dos candidatos acontece em seguida. Todo o processo de seleção acontece no Brasil.

  • Por quanto tempo um profissional fica fora do Brasil?

    A duração da presença de um profissional em um determinado país varia de acordo com o perfil profissional: para cirurgiões, anestesiologistas e alguns especialistas pode durar, em média, três meses; para os outros profissionais, o prazo, em geral, é de 12 meses, podendo também haver projetos de três, seis e nove meses.

    Para todos os profissionais, MSF exige um comprometimento de pelo menos 12 meses de trabalho em projetos da organização, mesmo que divididos em períodos mais curtos em diferentes projetos. Existem algumas poucas exceções, casos nos quais um profissional com menor disponibilidade pode ser aceito, dependendo do perfil da pessoa e das demandas do momento.

  • O que tenho que fazer para me candidatar

    Primeiramente, aqueles que estiverem interessados em trabalhar com MSF devem acessar nosso website para se familiarizarem com a organização e o tipo de trabalho que realizamos. Em seguida, devem verificar os critérios de seleção e, caso os cumpram, seguir as instruções do site para enviar a candidatura.

    É importante lembrar que, em relação às candidaturas para trabalho em campo, é preciso que o currículo cadastrado esteja em inglês ou francês, pois será analisado também pelo departamento correspondente em nossos escritórios operacionais (fora do Brasil). Outra informação importante é que o profissional não se candidata para uma vaga determinada em um país específico, mas, sim, para integrar nosso quadro de profissionais internacionais que são alocados de acordo com as necessidades dos projetos e de seu perfil profissional.


     

  • Gostaria de contribuir com trabalho voluntário. Como fazer?

    Ocasionalmente, abrimos vagas para voluntários que desejam apoiar as atividades do nosso escritório no Brasil, localizado no Rio de Janeiro. Todas as vagas são divulgadas no site de MSF. Em nossos projetos em campo, não há vagas para voluntários.

  • Há um limite de idade para se candidatar?

    MSF não tem nenhum limite de idade estabelecido. Buscamos pessoas que estejam saudáveis, tanto física quanto psicologicamente. Como as condições de vida e de trabalho em nossos projetos podem ser muito básicas, além de contarem com uma certa dose de estresse, necessitamos que todos os profissionais selecionados realizem uma consulta médica e nos forneçam atestados assegurando boas condições para o tipo de trabalho que realizamos.

  • Quais são os profissionais que vocês NÃO selecionam para trabalhar internacionalmente?

    Nós não selecionamos dentistas, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, professores, tradutores, técnicos e auxiliares de enfermagem, veterinários, nutricionistas, pedagogos, entre outros.