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Surto de cólera no Zimbabue

27/02/2009

MSF atua no grave surto de cólera que o Zimbábue enfrenta. Com os hospitais locais colapsados, MSF teve de responder à crise em larga escala. MSF mantém uma equipe de 500 pessoas nas áreas de surto e já tratou mais de 45 mil pacientes.

  • Zimbábue enfrenta o pior surto de cólera dos últimos anos. Segundo a OMS, mais de 2.700 pessoas já morreram em consequência da epidemia. Número de infectados já chegou aos 50 mil. Foto: Joanna Stavrop

  • Desde o início do surto de cólera no Zimbábue, as equipes de Médicos Sem Fronteiras já trataram mais de 45 mil pessoas, 75% dos casos estimados da doença. Foto: Benoit Loop

  • MSF montou um Centro de Tratamento de Cólera (CTC), na cidade de Chegutu. O cenário encontrado era desolador. Apenas em dezembro registrou-se 650 infectados por cólera, dos quais 74 morreram.

  • A gravidade da epidemia de cólera no Zimbábue revela o estado desastroso em que se encontra o sistema de saúde do país. MSF respondeu ao surto, pois as estruturas locais não têm capacidade de fazê-lo.

  • O surto de cólera não é o único problema do Zimbábue. A crise política e econômica levou o país a uma grave crise humanitária. A cidade de Beitbridge registrou mais de 1.500 casos em uma semana.

  • As péssimas condições de saneamento e tratamento de água no Zimbábue facilitam a disseminação da bactéria transmissora da cólera. Foto: Joanna Stavropoulou

  • Pacientes recebendo tratamento oral e reidratação intravenosa no já superlotado Centro de Tratamento de Cólera de MSF em Kadoma.

  • Pacientes com cólera se desidratam e morrem rapidamente. Esse menino foi trazido em um carrinho-de-mão ao Centro de Tratamento de Cólera de Kadoma.Desidratado, precisou tomar soro antes ir para a maca.

  • MSF está presente em diferentes áreas do país para salvar os pacientes da doença transmitida através da água contaminada.

  • Zimbábue enfrenta o pior surto de cólera dos últimos anos. Segundo a OMS, mais de 2.700 pessoas já morreram em consequência da epidemia. Número de infectados já chegou aos 50 mil. Foto: Joanna Stavrop

  • Desde o início do surto de cólera no Zimbábue, as equipes de Médicos Sem Fronteiras já trataram mais de 45 mil pessoas, 75% dos casos estimados da doença. Foto: Benoit Loop

  • MSF montou um Centro de Tratamento de Cólera (CTC), na cidade de Chegutu. O cenário encontrado era desolador. Apenas em dezembro registrou-se 650 infectados por cólera, dos quais 74 morreram.

  • A gravidade da epidemia de cólera no Zimbábue revela o estado desastroso em que se encontra o sistema de saúde do país. MSF respondeu ao surto, pois as estruturas locais não têm capacidade de fazê-lo.

  • O surto de cólera não é o único problema do Zimbábue. A crise política e econômica levou o país a uma grave crise humanitária. A cidade de Beitbridge registrou mais de 1.500 casos em uma semana.

  • As péssimas condições de saneamento e tratamento de água no Zimbábue facilitam a disseminação da bactéria transmissora da cólera. Foto: Joanna Stavropoulou

  • Pacientes recebendo tratamento oral e reidratação intravenosa no já superlotado Centro de Tratamento de Cólera de MSF em Kadoma.

  • Pacientes com cólera se desidratam e morrem rapidamente. Esse menino foi trazido em um carrinho-de-mão ao Centro de Tratamento de Cólera de Kadoma.Desidratado, precisou tomar soro antes ir para a maca.

  • MSF está presente em diferentes áreas do país para salvar os pacientes da doença transmitida através da água contaminada.