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Fugindo da violência em Honduras

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Saúde mental Honduras 08/11/2018

Fugindo da violência em Honduras

Assista à história de Pedro, que fugiu de Honduras depois de ser atacado por uma gangue local. Ele recebeu cuidados de nossas equipes em um abrigo em Tenosique, no México. Sua história nos lembra que buscar segurança não é um crime.

  • 26/03/2019

    Comercial "Ser Humano" de Médicos Sem Fronteiras, versão 2019.

  • 26/03/2019

    Comercial "Hold on" de Médicos Sem Fronteiras, versão 2019.

  • 26/03/2019

    Era uma vez uma jornada com muitos desafios, obstáculos e batalhas a vencer. Mas no final dessa história tudo valeu a pena e foi possível graças a pessoas como você, que doam para Médicos Sem Fronteiras e apoiam nosso trabalho.

  • 26/03/2019

    Comercial "Expatriado" de Médicos Sem Fronteiras, versão 2019.

  • A tuberculose mata uma pessoa a cada 18 segundos e está envolta em muito estigma. O cuidado humanizado dos pacientes é fundamental para que se sintam apoiados e deem continuidade ao tratamento.
  • Com o sistema de saúde do Iêmen colapsado, doenças normalmente evitáveis, como o sarampo, estão surgindo novamente no país.
     

  • Saiba como estamos respondendo às inundações catastróficas causadas pelo ciclone Idai, que afetou Malaui, Moçambique e Zimbábue.
  • Há 50 anos o vírus causador da febre de Lassa era descoberto na aldeia de Lassa, na Nigéria. A doença é um tipo de febre hemorrágica viral como o Ebola, endêmica nos países da África Ocidental, como Nigéria, Serra Leoa, Guiné, Libéria e Benin.
  • No Dia Internacional da Mulher, abordamos uma das cinco maiores causas de mortalidade materna no mundo. Você sabe qual é ela?

  • A psiquiatra brasileira Patricia Schmid integrou nossa equipe de saúde mental que atendeu homens, mulheres e crianças mantidos na ilha de Nauru, como resultado da política migratória da Austrália.

  • O sistema de saúde da Libéria sofre até hoje o impacto de duas guerras civis e uma grave epidemia de Ebola. As crianças sentem ainda mais essas consequências. É o que conta nossa pediatra Tanya Haj-Hassan, que atuou com MSF na capital do país, Monróvia.

  • Refugiados de Camarões continuam a atravessar a fronteira para a Nigéria à medida que a violência em seu país se deteriora. A resposta internacional em solo nigeriano ainda não é o suficiente para responder às necessidades médicas e humanitárias dos recém-chegados.

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