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O furacão Sandy devastou a costa leste dos Estados Unidos em 29 de outubro de 2012, causando destruição e desalojando muita gente.

Apesar da resposta de emergência em larga escala do governo, Médicos Sem Fronteiras (MSF) entendeu que havia escassez de serviços médicos em duas áreas: nos centros de evacuação e nos edifícios de apartamentos de Nova York e Nova Jersey. Muitos idosos, incapacitados ou doentes crônicos ficaram confinados em prédios elevados, sem eletricidade, água ou acesso a seus medicamentos.

Equipes de profissionais que haviam retornado do trabalho em campo e o pessoal do escritório de MSF em Nova York ofereceram cuidados de saúde médicos e de saúde mental na FDR High School, no Brooklyn, na Susan E. Wagner High School, em Staten Island, e na Wallace Public School e nas igrejas de São Mateus e de São Pedro e São Paulo em Hoboken, Nova Jersey. Trabalhando com informações fornecidas por grupos da comunidade local e outras organizações, a equipe de MSF visitou, também, pessoas em suas casas para atender suas necessidades de saúde.

O principal objetivo era a continuidade do atendimento médico, uma vez que a maioria dos pacientes apresentava condições crônicas, como diabetes, cardiopatias, hipertensão e infecções do trato respiratório superior. Como muitas farmácias sofreram danos e foram fechadas, as equipes de MSF identificaram farmácias das comunidades vizinhas que poderiam fornecer os medicamentos necessários. MSF repassou essas atividades para as agências governamentais e outras organizações.

MSF trabalhou pela primeira vez no país em 2012.