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Burkina Faso

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Em setembro, Médicos Sem Fronteiras (MSF) encerrou seu projeto que oferecia atendimento médico a refugiados malineses em Burkina Faso.

Os malineses começaram a cruzar a fronteira para a província de Oudalan fugindo da violência e dos tumultos em seu país em fevereiro de 2012. No mês seguinte, MSF iniciou um projeto para oferecer assistência médica básica a cerca de 8 mil pessoas em assentamentos informais nos arredores de Gandafabou.

Quando as autoridades transferiram os refugiados para acampamentos oficiais em julho de 2013, MSF reorientou suas atividades para atender àqueles que haviam se instalado em Déou e Dibissi (2 mil e 4 mil pessoas, respectivamente). A equipe operou clínicas móveis três vezes por semana oferecendo assistência médica.

Assistência médica básica foi oferecida também a crianças de até cinco anos no distrito sanitário de Déou. MSF examinou crianças para desnutrição e cuidou para que aquelas com idades entre seis meses e cinco anos recebessem vacinação.

Com a diminuição do número de refugiados malineses na província de Oudalan, MSF encerrou o projeto em setembro, depois de ter feito doações às instalações médicas da região.

MSF atuou no país pela primeira vez em 1995.