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MSF lança livro sobre papel do Brasil na cooperação humanitária

 

Com o intuito de ampliar o envolvimento da sociedade brasileira no debate sobre as melhores e mais efetivas formas de levar ajuda a pessoas afetadas por crises humanitárias, MSF-Brasil lançou o livro “Crises Humanitárias, Cooperação e o Papel do Brasil”, em novembro de 2016. A publicação conta com nove artigos e três entrevistas de especialistas e diplomatas brasileiros e de representantes de organizações não governamentais e agências da ONU. MSF acredita que o Brasil tenha um papel de suma importância nesse tema, uma vez que sua sociedade civil é dinâmica, diversa e ativa, caracterizada pela solidariedade, a colaboração e o diálogo, e diante do histórico de cooperação do país. “Esperamos que seja ainda nesta década que o Brasil possa levar ao mundo uma política de cooperação humanitária criativa, inovadora, pautada pelos princípios humanitários de independência e imparcialidade, em que o centro das decisões seja a necessidade das pessoas”, disse Susana de Deus, diretora-geral de MSF-Brasil.
O livro pode ser baixado gratuitamente em www.msf.org.br/CrisesHumanitariasEoBrasil .

A incansável busca pela sobrevivência

© Marko Drobnjakovic

Um homem esquenta suas mãos no interior de um armazém abandonado usado por migrantes e refugiados como abrigo em Belgrado, na Sérvia. (janeiro/2017)

Mesmo antes de chegar ao fim, 2016 já havia se tornado o ano mais mortal de que se tem registro para migrantes e refugiados que recorreram à rota do Mediterrâneo para fugir da violência. Mais de 5 mil homens, mulheres e crianças morreram ao tentar fazer a perigosa travessia em botes infláveis frágeis e superlotados, muitas vezes nas mãos de traficantes e contrabandistas. Em 2016, MSF participou do resgate de pelo menos 19.708 pessoas no Mediterrâneo com os navios Bourbon Argos, MV Aquarius e Dignity I.

No continente americano, a violência e a pobreza continuam motivando cerca de 400 mil pessoas por ano a deixarem seus países de origem, principalmente Honduras, El Salvador e Guatemala, em busca de sobrevivência e dignidade nos Estados Unidos. Elas sofrem continuamente, reféns de políticas de contenção migratória impostas pelos Estados Unidos e pelo México, país de trânsito, onde MSF mantém projetos de assistência médica e de saúde mental a essa população desde 2015.

Com a chegada do inverno congelante na Europa, observamos, mais uma vez, o sofrimento de milhares de pessoas vivendo em condições inadequadas para suportar temperaturas negativas em países como a Sérvia e a Grécia. “Estamos testemunhando as consequências mais cruéis e desumanas das políticas europeias de migração, usadas como ferramenta para deter e vitimizar uma população que está apenas buscando segurança e proteção na Europa”, diz Stefano Argenziano, coordenador de operações de migração de MSF. A organização fez repetidos apelos às autoridades da Grécia e dos Bálcãs para que as condições de vida nos acampamentos fossem melhoradas antes da chegada do inverno, e continuará pressionando para que mudanças efetivas sejam implementadas.

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Um homem esquente suas mãos no interior de um armazém abandonado usado por migrantes e refugiados como abrigo em Belgrado, na Sérvia. (janeiro/2017)

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