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Sobre Ebola

Por que ele se deslocaria pela cidade durante o período de incubação, que é de 21 dias?

Enviado por admin_msf em 03/11/2014

Como todos os membros da equipe que voltaram, nosso colega foi totalmente informado e conscientizado sobre a natureza do vírus e quando ele é e não é transmissível. Ele sabia monitorar a si mesmo rigorosamente, o que ele fez, e informou imediatamente quando se sentiu febril.

O caso do Dr. Spencer foi um exemplo da efetividade dos protocolos?

Enviado por admin_msf em 03/11/2014

Sob nossa perspectiva, como organização médica de emergência, sim, foi. Esse foi um exemplo do funcionamento dos protocolos, em que um profissional de saúde imediatamente relatou uma mudança em sua condição e foi totalmente transparente na cooperação com todos os órgãos envolvidos com seu cuidado, como foi reconhecido pelo Departamento de Saúde da Cidade de Nova York.
 

O que as recentes regras estabelecidas por Nova York e Nova Jersey acerca da quarentena de profissionais médicos significa para MSF?

Enviado por admin_msf em 03/11/2014

Na declaração de MSF feita no dia 27 de outubro sobre esse regulamento, relata-se, em parte: “A quarentena forçada de profissionais de saúde que retornam de projetos de combate ao surto de Ebola na África Ocidental não está baseada em evidência científica, e pode prejudicar os esforços para conter a epidemia em sua origem. O monitoramento diligente de profissionais que retornam de países afetados pelo Ebola é preferível ao isolamento imposto a indivíduos assintomáticos”.

Por que os profissionais de campo que retornaram da África Ocidental não se mantiveram em quarentena após seu regresso?

Enviado por admin_msf em 03/11/2014

Essa é uma questão compreensível, que MSF leva muito a sério.

 

O Ebola é uma doença muito perigosa, mas também é muito difícil de pegar. Na África Ocidental, os números são assustadoramente altos; este é o maior surto de Ebola já visto. No entanto, a maior parte da propagação pode ser atribuída à região que a epidemia atingiu: uma área em que os países têm serviços de saúde extremamente limitados.

 

O que MSF está fazendo na África Ocidental neste momento?

Enviado por admin_msf em 03/11/2014

A resposta de MSF ao surto de Ebola começou em março de 2014 e conta atualmente com atividades em três países: Guiné, Libéria e Serra Leoa. Até o dia 23 de outubro, MSF contava com 270 profissionais internacionais e cerca de 3.018 profissionais contratados localmente na região. A organização opera seis centros de tratamento de Ebola, oferecendo aproximadamente 600 leitos para internação em isolamento, mais do que qualquer organização fornece no momento.

 

MSF tem ressaltado publicamente a necessidade de uma resposta mais robusta na África Ocidental vinda de outros governos e organizações. Isso vai continuar?

Enviado por admin_msf em 03/11/2014

Sim, sem dúvida. O passo mais importante na batalha contra o Ebola e no esforço para manter as pessoas em outros países o mais seguras possível, é conter o surto onde ele começou e onde é mais virulento. É por isso que MSF, há meses, tem clamado por outros governos, organizações e até mesmo militares que disponibilizem quantidade de recursos e pessoas adequada, e que cheguem ao campo o mais rápido possível.

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