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1972:
Primeira intervenção em catástrofe natural,
após terremoto na Nicarágua.
1975:
Primeira intervenção em zona de guerra, no Vietnã.
1976:
Primeiro grande projeto para refugiados, na Tailândia. As
equipes assistem os refugiados do Vietnã e do Camboja.
1980:
Primeiro projeto de longo-prazo, no Afeganistão.
1984:
Grande projeto de nutrição intensiva para vítimas
da fome na Etiópia.
1985:
MSF é expulsa da Etiópia depois de ter denunciado
o desvio da ajuda humanitária e a migração
forçada das populações locais.
1987:
Primeiros projetos médico-sociais em países desenvolvidos,
começando pela França.
1989:
Lançamento de programas de saúde na Europa Oriental,
depois do colapso do bloco comunista.
1991:
Primeira intervenção no Brasil, para conter uma epidemia
de cólera na Amazônia.
Médicos Sem Fronteiras denuncia a limpeza étnica e
crimes contra a humanidade, na Bósnia-Herzegovina.
1993:
MSF chega ao Rio de Janeiro e inicia uma avaliação
de campo na comunidade carente de Vigário Geral.
1994:
Presença antes, durante e depois do genocídio em Ruanda.
1996:
Vacinação de 4,5 milhões de pessoas contra
a meningite, na Nigéria.
1997:
Intervenção em epidemia de cólera no Oeste
da África.
1998:
Assistência e envio de medicamentos e de material médico
para as vítimas do furacão que varreu a América
Central (Honduras, Nicarágua e Guatemala).
1999:
Assistência humanitária aos refugiados durante a guerra
em Kosovo.
MSF recebe o Prêmio Nobel da Paz e lança a Campanha
de Acesso a Medicamentos Essenciais.
2000:
MSF denuncia a negligência em relação ao povo
angolano em meio à guerra entre governo e rebeldes.
2001:
MSF critica a operação pão e bombas durante
ataque dos EUA ao Afeganistão.
2002:
MSF amplia presença em Angola, que, após o fim do
conflito de anos, vive a pior crise de desnutrição
da África na última década.
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